Testes do TechTudo não confirmam correlação, e Uber nega influência do nível da bateria; entenda o que sabemos — e o que não sabemos — sobre os algoritmos que definem o preço das corridas
Uma teoria recorrente nas redes sociais sugere que aplicativos de transporte, como o Uber, aumentariam o preço das corridas quando o celular do usuário está com bateria baixa. Nas últimas semanas, o debate foi impulsionado por um vídeo do publicitário e especialista em tecnologia Thiago Salvador (@salvador_thiago), que ultrapassou 190 mil curtidas no Instagram, e trouxe à tona o conceito de precificação por vigilância. Segundo o influenciador, a estratégia se aproveita de dados do internauta para ajustar preços em tempo real, mas será que o Uber de fato a utiliza?
Para investigar a hipótese, o TechTudo realizou testes próprios, que não permitiram estabelecer uma relação direta entre o nível de bateria e o valor das corridas, além de conversar com Salvador e procurar a Uber, que nega utilizar esse dado na definição dos preços. No entanto, o episódio levanta um debate mais amplo sobre como funcionam os algoritmos de precificação e até que ponto seus critérios são transparentes para o consumidor. Confira a seguir.

















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